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Pegging: a inversão de papéis

Quando é ela quem está ao comando
31.08.18
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Pegging: a inversão de papéis

Cunhado em 2001 pelo colunista norte-americano Dan Savage, o termo pegging designa o ato de uma mulher penetrar um homem com um strap-on, um cinto que inclui um dildo. É um dos últimos tabus no que concerne às relações entre homens e mulheres e um derradeiro exemplo de inversão de papéis.

A inversão de papéis entre parceiros pode ser uma boa forma de manter a chama acesa. Ao mesmo tempo, segundo os estudos mais recentes, está apenas ao alcance de uma minoria da população capaz de lidar com a ideia de inverter os papéis durante o sexo. Ou seja, será que os homens estão preparados para serem penetrados, mesmo que tal garanta que a estimulação da próstata e do períneo lhes possibilite um orgasmo poderoso?

Segundo um estudo de 2012, publicado na revista Sex Roles, quanto maior for a crença nas dinâmicas hierárquicas nos casais, maior a sua propensão para acreditar que são os homens quem deve assumir o controlo durante o sexo. Tal não só impossibilita a prática da inversão de papéis como torna esses casais menos propensos até a escolher preservativos femininos como forma de contraceção. 

Então, quem deve experimentar pegging? Homens confiantes, sem receio da sua sexualidade e que tenham noção de que não é o ato que define a sua orientação sexual, mas sim o género do parceiro. Ou seja, um homem que seja penetrado por uma mulher continua a ser heterossexual. A prática, que envolve o uso de um strap-on pela mulher, posições sexuais menos comuns para o homem e inversão do que o senso comum entende por relação sexual entre géneros opostos, exige confiança entre os dois parceiros, comunicação e uma total sintonia. Fale com ela.