"Achar que o Facebook é um espaço de liberdade é errado"

Exemplos de censura na rede social são vastos.
Por Alexandra Pedro / SÁBADO|01.03.18
Primeiro foi o quadro da Origem do Mundo a ser censurada pelo Facebook. Esta semana, a rede social e Zuckerberg voltou à carga ao eliminar a imagem de uma escultura com mais de 25 mil anos, defendendo que se trata de uma representação de cariz pornográfico. Em Novembro último, a imagem de um parto natural numa banheira de água quente transparente sob o olhar da irmã seguiu o mesmo rumo. 

E os exemplos de censuras são vastos e relatados numa reportagem da revista SÁBADO: vão da histórica e premiada fotografia da Guerra do Vietname aos mais recentes anúncios a criptomoedas. "Criámos uma nova política que proíbe anúncios que promovam produtos e serviços financeiros que são frequentemente associados com práticas promocionais enganosas, como opções binárias, ofertas iniciais de moedas e criptomoedas", revelou aquela rede social numa mensagem, a 30 de Janeiro deste ano.

Em Setembro último, foi a vez de um grupo de activistas se insurgir contras as políticas do Facebook. A página do grupo de insurgentes Arankan Rohingya Salvation Army (Arsa), que pretende lutar pela liberdade da minoria étnica muçulmana dos Rohingya, foi considera como "organização privada". O Facebook defendeu-se argumentando que as políticas adoptadas pela rede social proíbem publicações de apoio a estas organizações, sendo que são definidas como grupos que podem estar envolvidos em terrorismo, violência e crime organizado, assassínio em massa ou manifestações de ódio.

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