Cães morrem à fome e família é proibida de ter animais

Os cães Bruno e Roxy acabaram por não sobreviver.
12.07.17

Uma família, em Inglaterra, foi proibida de ter animais depois de os seus cães terem morrido à fome. Viviam num ambiente "deplorável". O Tribunal decretou uma pena de 10 anos.

Os dois cães foram encontrados com as costelas completamente expostas. Embora ainda com vida, os animais acabariam por morrer.

Michelle Baldwin, de 40 anos, e os dois filhos Shaun, de 21, e Shane, de 19, foram proíbidos de ter animais, após serem acusados de abuso animal.

O Tribunal de Magistrados do Norte de Cheshire, em Inglaterra, mostrou as imagens devastadoras do ambiente onde os dois cães, Bruno e Roxy, viviam. Estes apresentavam sintomas evidentes de subnutrição.

A polícia andava a investigar o caso, depois de ter sido feita uma queixa anónima contra a família, que dava conta de mau trato animal. Ao inspecionar a casa, descobriram Bruno e Roxy, numa situação dita como "deplorável".

A polícia entrou em contato com a RSPCA, associação inglesa de defesa dos animais, com sede em Inglaterra e Gales, e esta prontamente interveio.

Uma das inspetoras do caso, Lupson, disse que "ambos os cães estavam muito magros, especialmente Bruno". "O cão estava tão fraco que, assim que o levámos para o veterinário, colocámo-lo numa maca e tentámos salvá-lo", continua.

A inspetora disse que "o andar de cima da casa, onde os cães estavam, era atroz". "Havia lixo em todo o lado e fezes que cobriam todo o chão".

Michelle, a mãe de 40 anos, recebeu uma pena de prisão de oito semanas. Shaun e Shane, os filhos, receberam uma pena comunitária de 12 meses e terão ainda que realizar 200 horas de trabalho não remunerado.

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