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CDS-PP: Movimento passa projectos de apoio às PME e famílias numerosas

O movimento Alternativa e Responsabilidade congratulou-se este domingo com a aprovação por unanimidade no Conselho Nacional do CDS-PP de duas propostas para apoiar as pequenas e médias empresas (PME) e a famílias com mais filhos.
22.04.12
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CDS-PP: Movimento passa projectos de apoio às PME e famílias numerosas
Gonçalo Moita, conselheiro nacional do CDS e um dos fundadores do movimento Alternativa e Responsabilidade Foto d.r.

Em declarações à agência Lusa, Gonçalo Moita, conselheiro nacional do CDS e um dos fundadores do movimento Alternativa e Responsabilidade, referiu que estas duas propostas apresentadas pelo conselheiro Filipe Anacoreta Correia no Conselho Nacional de sábado foram aprovadas "quer pelo presidente do partido, Paulo Portas, quer pelo conselheiro Paulo Núncio", também secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.

"Tendo em contas gravíssimas dificuldades porque passam a esmagadora maioria das empresas e num mercado fortemente constituído por PME, obviamente que a rapidez da introdução do IVA de caixa é essencial para o desafogo da sua tesouraria", afirmou.

Este "projecto de acção política" apresentado por Anacoreta Correia, também fundador do Alternativa e Responsabilidade, defende que os centristas devem "assegurar a introdução, o mais célere possível, do IVA de caixa" para que "as empresas possam entregar o IVA ao Estado somente depois de o ter recebido dos seus clientes".

A segunda proposta aprovada pelos conselheiros centristas exorta o partido a "empenhar-se, no Governo e na Assembleia da República, na prossecução de uma efectiva política da família, nomeadamente consagrando desde já que o número de filhos seja considerado para efeitos de determinação das diferentes políticas governativas".

Nesta reunião houve ainda críticas à ata do último Conselho Nacional (a 30 de Março, em Leiria) por não ter registada uma intervenção da deputada Teresa Caeiro contra o grupo de dirigentes que defendem a disciplina de voto em questões "fracturantes", tendo o centrista Miguel Alvim apresentado uma declaração de voto.

Em Leiria, doze conselheiros centristas exigiram a discussão no Conselho Nacional sobre a liberdade de voto no grupo parlamentar em matérias "fracturantes", depois do voto a favor do deputado Adolfo Mesquita Nunes e da abstenção do deputado João Rebelo em relação à possibilidade de casais do mesmo sexo e unidos de facto poderem adoptar crianças.

Alvim refere que "não foram identificadas na ata, apesar de deprimentes, as expressões de violência verbal utilizadas na ocasião por alguns dos interventores", nem a "indicação feita aos presentes pelo presidente do partido da existência de um acordo pré-eleitoral de voto no quadro do grupo parlamentar do CDS, estabelecido entre ele próprio e o então candidato a deputado pelas listas de Lisboa Adolfo Mesquita Nunes".

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