Cidadão marroquino nega crimes de terrorismo em Portugal

Homem encontra-se em prisão preventiva na cadeia de alta segurança de Monsanto, em Lisboa.
Por Lusa|23.05.18
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O cidadão marroquino acusado de pertencer ao grupo terrorista Estado Islâmico e de recrutar operacionais em Portugal, a troco de 1.500 euros mensais, nega os crimes e diz que é "nula" a acusação do Ministério Público (MP).

Abdesselam Tazi, 64 anos, em prisão preventiva na cadeia de alta segurança de Monsanto, em Lisboa, está acusado pelo MP de oito crimes: adesão a organização terrorista internacional, falsificação com vista ao terrorismo, recrutamento para o terrorismo, financiamento do terrorismo e quatro crimes de uso de documento falso com vista ao financiamento do terrorismo.

Inconformada, a defesa do arguido requereu a abertura de instrução, fase facultativa que visa decidir por um juiz se vai a julgamento. No Requerimento de Abertura de Instrução (RAI), a que a agência Lusa teve esta quarta-feira acesso, é pedida a nulidade do despacho de acusação do MP "por não conter a narração, ainda que sintética, dos factos" que fundamentam a prática dos crimes.

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