Cientistas portugueses dão mais um passo no tratamento da doença de Parkinson

Por Lusa|03.03.17
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Um grupo de investigadores portugueses descobriu que uma proteína presente em aglomeração no cérebro dos doentes com Parkinson sofre uma alteração química que, se for controlada, poderá atrasar a progressão da doença ou tratar alguns sintomas.

Tiago Outeiro, que liderou o grupo de investigadores do Centro de Estudos de Doenças Crónicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, estuda desde 2007 as moléculas relacionadas com a doença de Parkinson e foi avançando na sua identificação, e com este trabalho, publicado hoje na revista PLoS Biology, obteve a confirmação acerca do seu funcionamento.

"Podemos, por um lado, tentar continuar a utilizar aquelas moléculas cujo funcionamento agora conhecemos em mais detalhe ou, [por outro] tentar descobrir novas moléculas que funcionem desta forma", explicou à agência Lusa Tiago Outeiro.

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