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Deputado acusa assessor de Sócrates de tráfico de influências

O deputado socialista Victor Baptista acusa um assessor de José Sócrates de o aliciar com um cargo numa empresa pública para afastá-lo da corrida à presidência da Federação de Coimbra. André Figueiredo, chefe de gabinete do secretário-geral do PS, já negou a acusação e fez saber que agirá criminalmente contra quaisquer declarações difamatórias.
15.10.10
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Deputado acusa assessor de Sócrates de tráfico de influências
André Figueiredo acusado de oferecer cargo em empresa pública Foto d.r.

O recandidato derrotado à liderança da Federação Distrital do PS de Coimbra enviou ontem uma carta aos seus colegas de bancada parlamentar acusando André Figueiredo de lhe sugerir “um lugar de gestor público no Metro, na CP ou na REFER, com um vencimento de 15 mil euros mensais”. A provar-se a acusação de Victor Baptista, esta ‘proposta’ pode representar um crime de tráfico de influências.

As eleições para a Federação de Coimbra terminaram na semana passada em polémica e com uma diferença de cinco votos, dando a vitória ao candidato Mário Ruivo. Victor Baptista, que saiu derrotado neste acto eleitoral, garante agora que a sugestão para aceitar um cargo numa empresa pública ocorreu em Abril. "Compreendi que havia uma intenção deliberada com a minha recandidatura  e passei a estar atento a todo o processo", disse à Lusa o deputado socialista,  que se queixa de várias irregularidades no acto eleitoral alegadamente patrocinadas  por André Figueiredo.

Por seu turno, o assessor de José Sócrates afirma-se "perfeitamente tranquilo”, pelo que pondera "lançar mão à justiça" caso se sinta alvo de “difamação, falsidades e injúrias”.

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