Destruição da gráfica atrasa produção de manuais escolares da Porto Editora

Edifício sofreu danos significativos com o mau tempo.
Por Lusa|21.03.18
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Com a gráfica destruída, a Porto Editora pede ao Ministério da Educação rapidez nas decisões sobre a quantidade e preço dos novos manuais escolares para conseguir entregar a tempo os milhares de livros necessários para o próximo ano letivo.

Até agora, a maioria dos manuais escolares dos alunos portugueses era feita na Maia, na gráfica da Porto Editora, que na semana passada foi destruída pelo mau tempo.

"Estamos a viver uma situação muito complicada, com a destruição da nossa gráfica e de parte da nossa estrutura logística. Neste momento estamos parados", contou à Lusa o diretor de comunicação da Porto Editora, lembrando que a gráfica da Maia imprimia diariamente entre 80 a 120 mil livros.

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