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Emigração: Passos ia “borrando a pintura”

No seu último comentário do ano de 2011 na TVI, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou este domingo que o primeiro-ministro, Passos Coelho, “ia borrando a pintura” ao referir e sugerir aos professores desempregados que aproveitem as oportunidades no mercado de trabalho nos países lusófonos.
18.12.11
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As declarações de Passos Coelho foram proferidas numa longa entrevista ao Correio da Manhã.

Marcelo considerou que tais afirmações ditas por um primeiro-ministro são “mais graves” do que as posições do secretário de Estado da Juventude.

Para 2012, Marcelo espera que o discurso do Governo não tenha lapsos e que as reformas do Executivo dêem esperança aos portugueses.

Antes, o professor, que se encontra em São Paulo, Brasil, avisou que há exemplos no Governo que não se podem dar. É o caso da deslocação do ministro da Defesa, Aguiar-Branco, de falcon à Mauritânia.

Sobre o PS, Marcelo classificou de “punhalada” nas costas as palavras do vice-presidente da bancada do PS, Pedro Nuno Santos, sobre o não pagamento da dívida portuguesa aos credores.

“Com amigos desses (António José Seguro) não precisa de inimigos”, atirou.

Quanto à necessidade de um referendo sobre o travão ao défice, Marcelo pediu que ninguém se precipite e sugeriu a Seguro que olhe com cuidado para a proposta de Passos Coelho de rever a Constituição e alterar a votação da Lei de Enquadramento Orçamental com maioria de dois terços. Ou seja, sem ser necessário quantificar na Lei Fundamental o montante da chamada “regra de ouro”.

Marcelo, segundo deixou antever, estará de volta a 8 de Janeiro para os comentários dominicais.

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