Família de militar morto a tiro no Mali ainda sem pensão

Autorização só chegou há três dias por atrasos na autópsia.
Por Miguel Curado|29.03.18
A viúva e as duas filhas menores, de 2 e 11 anos, do sargento-ajudante Gil Fernando Paiva Benido - militar do Exército morto a tiro no Mali, em junho de 2017, por um terrorista da Al-Qaeda e sepultado em Valongo - ainda não receberam a pensão de sangue a que têm direito.

Um atraso no relatório da autópsia terá levado a que o despacho final do ministro da Defesa, Azeredo Lopes, só chegasse segunda-feira.

A denúncia foi feita pela Associação Nacional de Sargentos das Forças Armadas. "Temos a informação de que todo o processo por parte do Exército, que foi desencadeado logo após a morte do militar, está terminado", adiantou Lima Coelho, dirigente daquela estrutura.

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