Gestão do fundo do Aleixo custa 60 mil euros anuais

Autarquia diz que desistir da operação seria prejudicial.
Por Ana Isabel Fonseca|28.09.16
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Gestão do fundo do Aleixo custa 60 mil euros anuais
Operação no bairro do Aleixo começou já em 2011, sendo que duas das cinco torres foram entretanto demolidas Foto Eduardo Martins
A gestão do fundo imobiliário do bairro do Aleixo irá passar a ser gerida pela Fundbox , que por ano irá receber 60 mil euros. A decisão foi aprovada na segunda-feira à noite pela Assembleia Municipal do Porto. Até agora, a gestão do fundo estava a cargo da Gesfimo, do antigo Grupo Espírito Santo, e que anualmente recebia 75 mil euros.

"A Gesfimo pediu um aumento de 12 500 euros por ano sobre os 75 mil euros que cobrava", explicou o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

O aumento foi considerado excessivo e a Gesfimo pediu para ser substituída como gestora do fundo Invesurb, no qual participam a câmara e o grupo Mota-Engil. A decisão recaiu sobre a Fundbox - que tem entre os acionistas a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o banco Efisa -, mas não teve o apoio de toda a oposição, nomeadamente da CDU, que afirmou que o fundo deve ser encerrado.

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