Inglês que morreu em queda de ultraleve em Olhão não tinha autorização para voar

Conclusões constam do relatório final ao acidente, ocorrido a 5 de outubro.
Por Lusa|30.05.18
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O piloto inglês que morreu em 2017 na queda de um ultraleve, em Quelfes, Olhão, não tinha autorização para voar em Portugal, nem o aparelho, que descolou de uma pista ilegal, tinha licença para operar em território nacional.

As conclusões constam do relatório final ao acidente, ocorrido a 05 de outubro, do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), ao qual a agência Lusa teve hoje acesso.

"O voo não estava devidamente autorizado; o piloto [que teve morte imediata] não estava devidamente autorizado; a aeronave não tinha a bordo a licença de voo e os documentos necessários para poder voar em Portugal; o piloto não tinha formação adequada e a sua experiência era muito limitada no tipo de aeronave; e o campo de voo não estava autorizado pela Autoridade Nacional [da Aviação Civil]", refere o documento.

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