Inspetor da PJ acusado de branqueamento

Ex-mulher do polícia responde por falsificação e burla.
Por Ana Palma e Rui Pando Gomes|25.05.18
Um inspetor da Polícia Judiciária (PJ), de 48 anos, foi acusado pelo Ministério Público de Portimão de um crime de branqueamento de capitais. O polícia continua em funções, e a PJ espera pelo fim do processo judicial para avançar com uma ação disciplinar.

O inquérito foi dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Faro e investigado pela própria PJ. No processo é ainda arguida a ex-mulher do inspetor, uma antiga bancária, de 45 anos. Vai responder por crimes de abuso de confiança agravado, falsificação de documento, branqueamento, falsidade informática e burla informática.

Os factos ocorreram entre 2010 e 2015, quando a arguida era gestora de clientes numa agência bancária da região. Transferiu mais de 300 mil euros de uma conta de dois clientes norte-americanos para uma conta de um familiar do marido e para outras contas a que tinha acesso.



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