Inspetor-geral mete ação contra o Estado

Vítor Braz recorre à justiça para reclamar mais 1100 € de salário, equivalente ao cargo que exercia no Tribunal de Contas.
Por Diana Ramos|16.06.17
O inspetor-geral de Finanças, Vítor Braz, moveu um processo judicial contra o Estado exigindo ser pago pelo cargo de origem no Tribunal de Contas, o que lhe permitiria receber mais 1100 euros mensais.

O caso remonta a 2015, quando a ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque emitiu um despacho autorizando Vítor Braz "a optar pela remuneração do cargo de origem". O inspetor-geral de Finanças recebe 3734 euros (brutos) mensais, a que acrescem 778 euros de despesas de representação, num total de 4512 euros. Optando pelo salário de auditor chefe do Tribunal de Contas, o vencimento engorda 1100 euros.

Ao CM as Finanças confirmam que "está em curso uma ação judicial" e adiantam que, apesar do despacho da ex-ministra, "não há lugar a reposição" de verbas pois "nunca se verificou o pagamento de um valor superior ao que é o entendimento das Finanças sobre a remuneração a atribuir nesta situação".

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