Júlio César afunda Benfica

Encarnados entraram bem, mas asneiras do guarda-redes deitaram tudo a perder.
Por Octávio Lopes|29.09.16
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Uma atuação desastrada de Júlio ‘Imperador’ César e oito minutos de desnorte completo - assim se pode resumir a derrota (2-4) do Benfica, em Itália, perante um Nápoles organizado e que quase se limitou a aproveitar as ofertas do adversário.

O jogo começou (17 segundos) com um centro de Ghoulam para Milik aparecer na cara de Júlio César e rematar fraco.
Seguiram-se 19 minutos em que o Benfica fez praticamente o que quis do Nápoles e chegou com perigo por duas vezes à baliza de Pepe Reina. Na primeira - uma jogada envolvente em que a bola andou na esquerda, no centro e na direita –, Reina defendeu para a frente um centro de Nélson Semedo e, na recarga, Mitroglou acertou na perna de Hysaj. Na segunda, Grimaldo cruzou na esquerda para Mitroglou rematar de primeira, na área, para boa defesa de Reina.

No minuto 19, o Nápoles voltou a dar sinais de vida e Grimaldo cortou in extremis um centro de Hamsik que Callejón se preparava para concluir à boca da baliza. Ghoulam marcou o canto e colocou a bola no primeiro poste. Hamsik antecipou-se a Fejsa e, de cabeça, fez o 1-0. Os encarnados, que pareciam estar a jogar com menos um, tal a fraca produção de Carrillo, sentiram o golo, encolheram-se e o Nápoles mandou, embora sem perturbar Júlio César.

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