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Madeira: Resgate obrigou a austeridade "exagerada"

Executivo fala em objetivos cumpridos.
Por Lusa|30.12.15
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Madeira: Resgate obrigou a austeridade "exagerada"
"O programa de ajustamento termina a 31 de dezembro de 2015 e não são necessárias medidas adicionais", disse Miguel Albuquerque Foto Manuel de Almeida/Lusa

O presidente do Governo da Madeira considera que o programa de ajustamento assinado entre a região e a República, que termina na quinta-feira, obrigou a uma austeridade "exagerada", mas cumpriu os seus objetivos, não sendo necessárias medidas adicionais.


"O programa de ajustamento termina a 31 de dezembro de 2015 e não são necessárias medidas adicionais", declarou Miguel Albuquerque à agência Lusa, acrescentando que a Madeira precisa, "tão só, de manter a trajetória de responsabilidade financeira".


O chefe do executivo madeirense recordou que o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro da Região Autónoma da Madeira (PAEF-RAM) - assinado pelo seu antecessor, Alberto João Jardim, que governou a Madeira durante 37 anos - "resultou da falta de acesso a financiamentos externos, que impedia a economia e a Administração Pública de funcionar com normalidade".

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