Maio de 68: Historiadora francesa avisa que "68 não morreu"

Por Lusa|16.04.18
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Cinquenta anos depois do movimento de protestos e de greves que paralisaram a França em maio e junho de 1968, a historiadora francesa Ludivine Bantigny avisa que "68 não morreu".

Num momento em que estão marcadas greves nos caminhos de ferro franceses até finais de junho e em que o universo editorial revive o "Maio de 68' com o lançamento de inúmeras obras, a autora do livro "1968. De Grands Soirs en Petits Matins" não pensa, "de todo, que 68 esteja morto".

1968 "não morreu porque há uma vontade de fazer viver o passado e de lembrar o que foi esta greve e os projetos que a acompanharam. Há uma memória que foi muito deformada. O que é interessante neste cinquentenário é que há uma verdadeira sede de saber mais sobre os projetos de 68 para melhorar a vida e as condições de trabalho", explicou a historiadora.

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