Manuel Pinho não foi ouvido no DCIAP "por razões processuais"

Sá Fernandes garante que ex-ministro da Economia não é arguido neste caso que investiga alegados pagamentos do GES.
17.07.18

O advogado do ex-ministro da Economia Manuel Pinho, Ricardo Sá Fernandes, afirmou que o Ministério Público "deu sem efeito" a diligência marcada para esta terça-feira, no âmbito do caso EDP, a fim de o incidente de recusa ser apreciado pelo imediato superior hierárquico (Diretor do DCIAP), nos termos do artigo 54.º do Código de Processo Penal.

Antes de iniciada a diligência foi suscitado, pelo advogado de Manuel Pinho, o incidente de recusa dos magistrados designados para dirigir o inquérito. 

"Entendo que devo a cortesia ao Ministério Público" de deixar que seja esta instituição a explicar a razão de a diligência desta terça-feira ter sido dada sem efeito, afirmou o advogado aos jornalistas, à saída do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), adiantando que "ocorreram questões processuais" que justificaram que a diligência tenha ficado sem efeito.

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