Morreram 18 pessoas na água em apenas três meses

Acidentes em barragens, praias fluviais e piscinas sem vigilância dominam números negros.
Por João Carlos Rodrigues|28.08.18
Quatro pessoas morreram nas praias portuguesas desde o início da época balnear, a 1 de maio, de acordo com dados oficiais da Autoridade Marítima Nacional divulgados esta segunda-feira. Mas a realidade é bem mais negra.

Estes números deixam de fora pelo menos 14 pessoas que perderam a vida em praias fluviais, piscinas, charcos, barragens, poços ou tanques no mesmo período - zonas sem vigilância, mas que recebem a visita de milhares de pessoas nos meses quentes.

Segundo uma contabilização feita pelo CM, apenas desde o mês de maio houve cinco turistas estrangeiros que morreram afogados: dois em praias e três em piscinas dos locais onde estavam a passar férias. As mortes de um menino belga em Azeitão e de uma menina inglesa em Silves, ambos em junho, chocaram o País e trouxeram de novo à discussão os perigos das piscinas, nomeadamente a falta de regras de segurança para prevenir ocorrências semelhantes em estabelecimentos hoteleiros ou de alojamento local.

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