O dérbi de Salin e João Félix na Luz

Eterno suplente de Patrício e mais uma joia do Seixal são os melhores num jogo feio e com poucos momentos de bom futebol.
Jogo feio, quezilento, com poucos momentos de bom futebol, eis uma imagem fiel do estado em que estão as equipas portuguesas e da urgência de medidas que defendam a capacidade nacional para somar pontos na Europa.

Peseiro dá um nó a Rui Vitória na forma como arma o meio-campo. O Sporting não vem para brilhar, mas para impedir o Benfica de se superiorizar no miolo. E os de Alvalade conseguem o seu principal desígnio – amarrar o jogo.

Mesmo assim, o Benfica só não marca por Salin abrir o livro das boas defesas, logo aos 6’, para não mais o fechar. É aos 20’ que Salin mais brilha, primeiro numa cabeçada de Rúben Dias, e logo depois num bom remate de Cervi. O futebol é como a vida, ditado por acasos que a gente faz por merecer. Se Salin se mantiver a este nível, o Sporting encontrou o seu guardião titular. Depois deste lance duplo, os restantes minutos da primeira parte são baços, agressivos, mostram um árbitro a pintar uma imagem de duro e nada caseiro.

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