O dono da Amazon é o homem mais rico do mundo, mas também é sovina e mau patrão

Pode ter chegado ao topo da glória financeira, mas continua a deixar muito a desejar na forma como trata os seus trabalhadores.
19.03.18

Jeff Bezos, o fundador e CEO da gigantesca Amazon, dono do The Washington Post, adquirido em 2013 por 250 milhões de dólares e proprietário da empresa aerospacial Blue Origin é actualmente o homem mais rico do mundo, com uma fortuna líquida avaliada em mais de 130 mil milhões de dólares e de acordo com o ranking da Forbes divulgado a 9 de Março último. Mas e ao contrário dos seus companheiros de fortuna, que cientes da sua afortunada sorte se esforçam por "dar de volta à sociedade", Bezos é considerado um "caso estranho" no mundo da filantropia. O mesmo acontece face ao seu estilo de liderança e à cultura de secretismo que rodeia os Amazonianos, várias vezes considerada como brutal e "darwiniana", na medida em que são muitos os que a ela não se adaptam e, simplesmente, são "extintos", abandonando ou sendo obrigados a abandonar as fileiras da poderosa e colossal retalhista online.

A história de Jeff Bezos tem alguns dos ingredientes comuns à receita do velho sonho americano, motivo que ajuda às muitas críticas de que é alvo face à sua aparente ausência de "consciência social". Criado pelo padrasto Mike Bezos, um imigrante cubano, desde os quatro anos, foi na adolescência que desenvolveu a sua paixão pelos computadores – licenciou-se em Princeton, com distinção, em ciências da computação e engenharia electrotécnica – e que deu início ao seu primeiro negócio, um campo de férias de Verão para alunos do 4º ao 6º ano de escolaridade.

Leia o artigo na íntegra no Jornal de Negócios

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