Processo da Operação Fizz com acórdão marcado para 8 de outubro

Ministério Público pede penas supensas para Orlando Figueira e outros arguidos acusados de corrupção.
Por Lusa|22.06.18
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O acórdão da Operação Fizz foi marcado esta sexa-feira para 8 de outubro depois de concluídas as alegações e de a procuradora decidir extrair certidões para o banqueiro Carlos Silva e para o advogado Proença de Carvalho.

Carlos Silva foi apontado pelo arguido Orlando Figueira como o responsável pelo seu contrato de trabalho (nunca cumprido) para ir trabalhar para Angola como assessor jurídico do Banco Privado Atlântico (BPA), mas em julgamento o banqueiro desmentiu o ex-procurador do Ministério Público (MP), dizendo que "nunca falaram de trabalho".

O julgamento ficou ainda marcado por divergências entre os depoimentos de Orlando Figueira e da testemunha Daniel Proença de Carvalho, tendo havido inclusivamente uma acareação e posteriormente um pedido de procedimento criminal contra o advogado.

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