Pena por morte leva a pancada em tribunal

Familiares e amigos de Hugo Carrilho exigiam mais do que 12 anos para Gerson Varela.
Por João Tavares|28.07.18
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Pouco depois de a juíza Ana Peres ter aplicado 12 anos de prisão a Gerson Varela, por este ter assassinado a tiro o rival Hugo Carrilho à porta da discoteca Luanda, em Lisboa, em março de 2017, familiares e amigos da vítima que assistiram à sentença descontrolaram-se.
Pena por morte leva a pancada em tribunal

Atiraram uma garrafa de água e uma mala na direção do homicida e chamaram-lhe assassino, o que levou à intervenção dos agentes da PSP presentes na sala de audiência. A polícia retirou o preso da sala e teve de usar a força para conter as pessoas próximas da vítima.

A mãe da vítima caiu mesmo no chão e sofreu ferimentos numa perna, a ponto de ter sido transportada de ambulância para o Hospital de São José. Uma altercação que já era temida pela juíza-presidente, tanto que no início da sessão relembrou todos os presentes de que já na audiência anterior tinham havido alguns problemas. Como tal, disse que qualquer pessoa que se manifestasse durante a sentença seria expulsa.

Contudo, familiares e amigos de Hugo Carrilho – que deixou uma filha de apenas três anos – ‘explodiram’ depois de ouvirem a condenação pelo crime de homicídio simples, e não homicídio qualificado como constava da acusação.

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