“Se mudasse, ficava artificial”

O “Presidente dos afetos” tem uma agenda preenchida e não pára. Veja a entrevista exclusiva da CMTV.
Por Mónica Palma|18.12.16
“Se mudasse, ficava artificial”
“É verdade que, às vezes, é cansativo”, admite o Presidente que nunca pára Foto Lusa
Marcelo igual a si próprio. Uma correria infernal. Durante três dias acompanhámos, de manhã à noite, a agenda presidencial. Três dias, quatro cidades, nove eventos e, entre compromissos, a entrevista possível ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Ao primeiro agendamento, os cinco minutos disponíveis entre o ponto final numa entrega de um prémio e a partida para mais ilustres a galardoar, seguindo-se um jantar, sabem a pouco... O Presidente concorda: "Conversamos depois do jantar".

Hotel Sheraton, no Porto, a equipa do Correio da Manhã aguarda a chegada do Chefe de Estado... Mas, Marcelo que é Marcelo não pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem. Incapaz de travar a língua antes, durante e depois de todos os eventos oficiais, madrugada dentro, a chamada do assessor de imprensa: "A entrevista ao Presidente fica para amanhã!". O mesmo local, nova hora, pelo meio da tarde, mas já com a cerimónia seguinte a ditar um final anunciado.
Marcelo, o Presidente do afeto - Parte I

Marcelo chega, cumprimenta, senta-se. O tique de comentador: "Isso está? Funciona o som? Funciona?". O acelerar do pontapé de saída, o tom é o do professor, "Está? Vamos lá então..."

Ver todos os comentários
Para comentar tem de ser utilizador registado, se já é faça
Caso ainda não o seja, clique no link e registe-se em 30 segundos. Participe, a sua opinião é importante!