Um terço dos anestesistas opta por não trabalhar no SNS

Estudo foi publicado em ata médica portuguesa.
Por Lusa|04.06.18
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Cerca de um terço dos anestesistas formados nos últimos anos optou por não trabalhar no Serviço Nacional de Saúde (SNS), segundo um estudo publicado na Acta Médica Portuguesa.

De acordo com os Censos de Anestesiologia 2017, formaram-se em três anos 145 especialistas em anestesiologia e 99 terão ingressado nos quadros médicos dos hospitais do SNS, o que representa 68 por cento.

A capacidade formativa máxima de anestesiologistas aumentou, passando de um máximo de 64 para 80 médicos, uma alteração introduzia em 2016.

500 anestesiologistas em falta nos hospitais

Mais de 500 anestesiologistas estão em falta nos hospitais públicos portugueses, apesar de o número de profissionais ter crescido desde 2014, conclui um estudo publicado na Acta Médica Portuguesa.

Os Censos de Anestesiologia 2017 foram realizados pelo colégio de especialidade da Ordem dos Médicos e permitem fazer uma comparação com o mesmo estudo feito em 2014.

Segundo o estudo, que analisou a realidade em 86 hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), faltam 541 anestesiologistas nos hospitais públicos, quando as necessidades de especialistas são crescentes.

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