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Aldina Duarte: “Das poucas alturas em que o fado não me faz bem é quando estou em sofrimento”

‘Quando se ama loucamente’ é o novo disco da fadista, um álbum baseado numa história biográfica, escrito entre o amor e a dor
Por Miguel Azevedo|05.12.17
Aldina Duarte: “Das poucas alturas em que o fado não me faz bem é quando estou em sofrimento”
Foto D.R.
Há um ano, Manel Cruz (Ornatos Violeta) enviou-lhe um tema, por email, feito a pensar nela, "Quando Se Ama Loucamente". Inesperadamente o mote para um novo disco estava dado. Aldina Duarte decide escrever uma autoficção em verso para fados tradicionais, um elogio da paixão, uma história verdadeira onde o tempo e o espaço são ficcionados a partir da obra literária de Maria Gabriela Llansol, uma das suas escritoras de eleição. O disco é apresentado dia 8 na Fnac de Almada.

Depois do disco ‘Romances’ [2015], este novo álbum volta a estar muito virado para estas coisas do coração, dos afetos e do amor... A Aldina Duarte está a transformar-se numa cantora romântica!
(Risos) Eu sou mesmo uma romântica. Os meus gostos oitocentistas na literatura e na música, aliás, já são mais do que conhecidos por todos (risos). Esse é um estilo que me agrada muito e quer o disco anterior quer este têm uma ligação muito forte com a literatura.

Mas com autoras diferentes?
Sim. No ‘Romances’ foi a Maria Do Rosário Pedreira que teve a ideia de fazer um romance em verso para fados tradicionais e agora fui eu que decidi escrever uma autoficção, que não deixa de ser um estilo literário. Ou seja, é muito difícil manter a literatura afastada do meu trabalho. E o tema do amor é, para mim, o grande tema da arte em geral e do meu fado em concreto.

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