Conversas de vizinhos (I)

Na quinta-feira tive atrás de mim boa vizinhança, com reflexões e comentários bem oportunos e apropriados. Foi no Campo Pequeno, na última corrida do abono da temporada. Nem sempre tenho sorte com os vizinhos. Como aqueles que confundiram Brito Pais com o ‘oito’ da avenida Rovisco Pais (!) ou os quatro ‘cabos’ históricos dos Forcados do Aposento da Moita com "os empresários do Campo Pequeno"!
08.10.08
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Conversas de vizinhos (I)

Desta feita, um senhor disse: "Os cavaleiros tratam os bandarilheiros como se fossem escravos seus!" Frase que tantas vezes tenho sentido, perante os exageros da maioria dos cavaleiros para com a sua quadrilha. Mandam ‘bater’ nos toiros enquanto gesticulam para que não... ou gritam "quieto, quieto", quando querem o contrário.

Os bandarilheiros merecem ser fiéis à sua solidária condição de toureiros e não serem meros empregados de cavalos, ‘tourinha’ e capote. Como também ditos subalternos, podem ( e devem) ser figuras do toureio na sua capacidade, no seu aprumo na sua ‘toreria’. Tema a que voltaremos na próxima semana.

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