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Festas em monumentos rendem 1,8 milhões de euros

Em 2017, três jantares renderam ‘apenas’ 17 699 euros, menos de 2% dos ganhos totais com cedências de espaços.
Por Hugo Real|14.02.18
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O aluguer dos 23 museus, monumentos e palácios dependentes da Direção Geral do Património Cultural (DGPC) apenas rendeu a esta entidade 1,8 milhões de euros ao longo dos quatro últimos anos. Apesar de este ser um valor simbólico tendo em conta as receitas da DGPC (só no ano passado fez 18,3 milhões em bilheteira e para este ano tem um orçamento total de 37,9 milhões de euros - , o montante registado em 2017 foi o mais elevado de sempre, com mais de 640 mil euros.

Receitas com festas em monumentos
Ao Correio da Manhã, a DGPC revela ainda que, no ano passado, o Panteão Nacional apenas foi arrendado três vezes para jantares (dez repastos foram realizados neste espaço desde 2002), a última das quais no célebre e polémico evento da Web Summit, que levou mesmo o Governo a alterar a lei para impedir que festas destas voltem a ter lugar neste local.

Este evento rendeu um total 3690 euros referentes à cedência do espaço e 1466 euros devido ao pagamento de horas extraordinárias. No total, os três jantares renderam 17 699 euros, mais de 66% das receitas totais obtidas no ano passado com a cedência do Panteão Nacional para eventos (desde exposições a lançamentos de livros), mas menos de 2% dos ganhos totais com cedências de espaços.

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