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Entrevista a Jaime Pacheco

Campeão no Boavista e com sucesso lá fora, não percebe falta de propostas portuguesas.
Por Sérgio Pereira Cardoso|18.06.17
Jaime moreira pacheco  nasceu a 22 de julho de 1958 (58 anos), em Lordelo, Paredes. Começou no clube da terra, o Aliados, até ser levado pelo ‘Sr. Pedroto’, como sempre o lembra, para o FC Porto. Viveu o Verão Quente com Pinto da Costa e lamenta que essa geração, campeã europeia, tenha saído "escorraçada". Passou por Sporting, V. Setúbal, Paços, Sp. Braga e Rio Ave. Venceu vários títulos nacionais e internacionais. Como treinador, foi campeão no Boavista, já depois de liderar Paços, Rio Ave, U. Lamas e V. Guimarães. Esteve no Mallorca e no Belenenses e teve grande sucesso na Arábia, na China e no Egito, de onde teve de fugir, já que o Zamalek não o queria deixar sair.

Correio Sport: Deixou o Tianjin Teda. Estava programado ou foi uma surpresa?

Jaime Pacheco- Todos os anos, o Tianjin Teda luta até à última jornada pela manutenção na Superliga chinesa e nós, até ao último desafio que fiz, deixámo-los no 8º lugar. A questão é que o Tianjin é controlado pelo governo e, no início desta época, o presidente e o manager foram destituídos, assim como os colaboradores chineses que tinha. E eu senti-me desamparado. Cansado com o desgaste da situação, falei com os responsáveis e foi fácil de resolver.

- A China é um capítulo encerrado de vez?
- Não, não, não. Esta semana fui convidado por outro clubes chinês. Mas, como disse, estou um pouco cansado e entendo que não é o timing certo. Se calhar, daqui por três, quatro meses, ou até em janeiro, posso mudar de ideias.

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