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FC Porto marca passo no Restelo

Equipa de Nuno Espírito Santo está mergulhada numa crise de identidade. Falta tudo, desde talento, disponibilidade e confiança para regressar às vitórias.
Por Mário Figueiredo|27.11.16
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O FC Porto empatou este sábado pela quarta vez consecutiva, desta feita no Restelo (0-0), num jogo que vem agudizar a crise dos dragões e permitiu ao Sporting isolar-se no segundo lugar da Liga. Foi uma equipa nervosa, sem criatividade e de pólvora seca aquela que ontem subiu ao relvado do Restelo. Nuno Espírito Santo prometeu uma vitória e falhou. Rotundamente.

Os dragões acusaram o peso das palavras e as promessas do seu treinador. A verdade é que Nuno Espírito Santo terá agora de explicar aos sócios as razões de ter marginalizado um jogador como Brahimi. Por que razão não tira André Silva (exibição fraca) e como é que Depoitre surge como a segunda opção de ataque. Aliás, o ataque portista mete dó. É de pólvora seca. Faz barulho, assusta, mas a bola não entra. E, desta vez, os responsáveis portistas nem se podem agarrar aos lances de arbitragem. Não ficou nenhum penálti por assinalar.

O Belenenses entrou sem temores. Quim Machado soube aproveitar a instabilidade do FC Porto, dos seus jogadores e treinador, que ontem viu a sua margem de manobra reduzida para zero.

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