Judia e muçulmana dão exemplo mas a chuva continua a mandar

Uma igreja perto do All England Club tem exibido o dístico: ‘Deus Criou Federer’ – numa clara alusão ao facto de o número um mundial não só ter sido agraciado com um talento de excepção, como também ser exemplar dentro e fora dos courts.
03.07.07
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Judia e muçulmana dão exemplo mas a chuva continua a mandar
A israelita Shahar Peer e a indiana Sania Mirza em Wimbledon Foto David Moir / Reuters
“Ainda não fui lá ver a igreja, mas hei-de ir”, revelou Federer que já está apurado para os quartos-de-final em Wimbledon, dado que o alemão Tommy Haas abdicou do embate entre ambos nos ‘oitavos’, por se ter lesionado nos abdominais.
E numa altura em que o fanatismo religioso está a colocar o Reino Unido em alerta máximo, uma dupla composta por uma judia (a israelita Shahar Peer) e uma muçulmana (a indiana Sania Mirza) tem centrado as atenções. Estão a jogar juntas pela primeira vez desde 2005, quando as autoridades religiosas dos respectivos países as pressionaram para terminarem a associação. “Somos amigas e isso é o mais importante”, afirmam.
Nos intervalos da chuva, ainda foi possível realizar alguns encontros e concretizar vários duelos suspensos no passado sábado; a belga Justine Hénin venceu a suíça Patty Schnyder por um duplo 6-2 (sob o olhar atento de Arsène Wenger, seu convidado especial) e Venus Williams bateu a japonesa Akiko Morigami por 6-2, 3-6 e 7-5).
Ana Ivanovic, Nadia Petrova, Marcos Baghdatis e Tomas Berdych também conseguiram vencer antes de uma nova interrupção ao início da tarde que voltou a adiar a estreia dos jovens portugueses Gastão Elias e Michelle Brito na prova de juniores.

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