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Governo desvaloriza Dijsselbloem "mais um mês ou dois" à frente do Eurogrupo

Ricardo Mourinho Félix indicou que não expressou "nenhuma opinião em relação à possibilidade de o senhor Dijsselbloem continuar ou não".
Por Lusa|09.10.17
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O Governo português desvalorizou o facto de o Eurogrupo ter esta segunda-feira apoiado, sem vozes contra, a continuidade de Jeroen Dijsselbloem até final do seu mandato, considerando secundário que o holandês, cuja demissão defendeu, continue "mais um mês ou dois".

Após Dijsselbloem ter anunciado, no final da reunião desta segunda-feira do Eurogrupo, no Luxemburgo, que recebeu o apoio unânime do fórum de ministros das Finanças da zona euro para terminar o mandato (que acaba em 13 de janeiro de 2018) - apesar de quase certamente já haver um novo ministro das Finanças holandês em funções até final de outubro -, o secretário de Estado das Finanças, Ricardo Mourinho Félix indicou que não expressou "nenhuma opinião em relação à possibilidade de o senhor Dijsselbloem continuar ou não".

"Neste momento, mais do que a continuação (de Dijsselbloem) por mais um mês ou dois, o que é importante é escolher um presidente que tenhas as características e o perfil para unir o Eurogrupo, para ter uma liderança forte, e que permita unir os países em torno daquilo que é o aprofundamento da União Económica e Monetária. Portanto, não é a questão de um mês ou dois que se vai pôr aqui. Foi a decisão do Eurogrupo fazer a eleição a 04 de dezembro, não estamos assim tao longe dessa data", argumentou o secretário de Estado, que substituiu o ministro Mário Centeno.

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