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Rendimento das famílias portuguesas ainda abaixo de 2008

Bruxelas assinala que a situação financeira dos agregados familiares da União Europeia continuou a melhorar a uma taxa de crescimento anual de cerca de 1,5%.
Por Lusa|12.02.18
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Portugal é um dos países onde o rendimento dos agregados familiares se mantém a níveis inferiores a 2008, indicou esta segunda-feira a Comissão Europeia no relatório trimestral sobre a evolução do emprego e da situação social na União Europeia.

No relatório, divulgado esta segunda-feira, Bruxelas assinala que a situação financeira dos agregados familiares da União Europeia (UE) continuou a melhorar a uma taxa de crescimento anual de cerca de 1,5%, impulsionada sobretudo por um aumento do rendimento do trabalho, e que, até à primeira metade de 2017, quase todos os Estados-membros continuaram a registar um crescimento do rendimento dos agregados familiares, com exceção de alguns países, como Portugal.

Além de em Portugal, também na Croácia, na Grécia, em Itália, em Espanha e na Holanda, o rendimento disponível bruto das famílias continuava a ser inferior ao nível de 2008, ano apontado como o do início da crise.

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