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Até reconhece o dono

Apesar da falha durante a apresentação, o iPhone X é um enorme salto tecnológico no mundo dos smartphones.
Por Marta Ribeiro da Silva|17.09.17
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Até reconhece o dono
Apesar da falha durante a apresentação, o iPhone X é um enorme salto tecnológico no mundo dos smartphones

A Apple lançou três novos modelos mas as novidades estão no topo de gama, o iPhone X. Neste smartphone tudo é ecrã: não há botão central, por isso para aceder a aplicações ou regressar ao ecrã principal basta deslizar o dedo. Faz ainda reconhecimento do dono.

Para desbloquear o telemóvel ou fazer pagamentos só tem de aproximar a cara para que seja feito o reconhecimento facial. A tecnologia Face Id usa câmaras e sensores instalados na parte superior do telemóvel. Uma delas é infravermelha para o reconhecimento mesmo no escuro. Mas como é isto possível? O Face Id cria uma espécie de mapa que analisa mais de 30 mil pontos do rosto e, mesmo que haja uma mudança de visual, como um corte de cabelo ou se deixar crescer a barba, a Apple garante que consegue identificar o utilizador. Ainda assim durante a apresentação esta semana não funcionou à primeira.

Super Retina

Foi incorporado, tanto à frente como atrás, vidro mais resistente. É feito de liga de aço inoxidável de grau cirúrgico, possui carregamento sem fios e é resistente à água e ao pó. Tem ecrã de 5,8 polegadas e é chamado de ‘Super Retina’ pela Apple. Bruno Borges da iService acha mesmo que este "é o telemóvel do futuro". Além do iPhone X foram ainda apresentados o iPhone 8 e o 8 Plus, com melhoramentos dos modelos de 2016. O iPhone X custará 1179 euros em Portugal e é o mais caro de sempre. Já o iPhone 8 começará nos 829 euros. Bruno Borges acha que quem tem dinheiro vai optar pelo topo de gama e que "o iPhone X pode matar e ridicularizar o iPhone ".

SOCIEDADE BIT

PRÁTICAS PARA O FUTURO, por Reginaldo Rodrigues de Almeida

Se a água potável deve ser considerada o petróleo do século XXI, por maioria de razão, os oceanos são de primordial importância para a vida na Terra.

Muitas são as campanhas de sensibilização para as boas práticas, alicerçadas numa cultura de cidadania que pretende evitar comportamentos desastrosos das empresas e das pessoas, evitando-se males maiores que, na realidade, já não são das gerações futuras.

No entanto, para muitos, estas questões aparentam ser complexas e até ‘esotéricas’ como se fossem notas de uma qualquer alarmista forma de literatura ou, quanto muito, que só dizem respeito aos outros.

Não, os problemas são bem reais, dizem respeito a todas gerações e mostram os verdadeiros cemitérios que irresponsavelmente têm sido criados um pouco por todo o lado, dos oceanos, às praias fustigadas por comportamentos inaceitáveis. Todos querem areias e águas de qualidade mas também têm que querer práticas esclarecidas. Essa qualidade social começa em nós próprios.

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