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Tablets pesam menos

É um argumento a favor da tecnologia. Em Portugal, alguns colégios privados já substituíram os livros.
Por João Ferreira e Suely Costa|04.12.17
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Tablets pesam menos
É um argumento a favor da tecnologia. Em Portugal, alguns colégios privados já substituíram os livros

Um aluno que pese 40 kg não deve carregar às costas mais de 4 kg,ou seja, 10% do peso corporal que é o recomendado pela Organização Mundial de Saúde. A verdade é chegam a carregar o dobro do peso.

A solução para este problema pode passar pela substituição de livros por tablets. A Park International School é uma escola privada e já aderiu a este modelo tecnológico. Cada aluno tem o seu próprio equipamento. O investimento é dos pais, que no início   até   têm   dúvidas   quanto   às vantagens pedagógicas, mas depois ficam convencidos. O tablet é introduzindo no final do 1º ciclo e é usado até à conclusão do Secundário. É utilizado em praticamente todas as disciplinas.

Quando "o aluno vem para a escola parece que está mais presente e mais   entusiasmado   quando   sabe que vai usar o seu próprio iPad", conta Kyriakos Koursaris um dos responsáveis da escola. O ex-ministro da Educação, David Justino, acredita que esta solução "mais cedo ou mais tarde, também vai chegar à escola pública" e que o modelo a aplicar pode passar por "dotar as escolas com kits onde os tablets são partilhados   por   todos   os   alunos". Assim, "nem têm de os carregar nas mochilas" conclui David Justino.

Cursos que compensam
De uma maneira geral os jovens interessam-se cada vez mais cedo pelas áreas científico-tecnológicas e são os cursos de ciências, matemática e informática os que garantem mais emprego e melhores salários. A conclusão é do estudo ‘Benefícios do Ensino Superior’, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que confirma ainda que o ensino superior compensa.

SOCIEDADE BIT, POR REGINALDO RODRIGUES DE ALMEIDA
Será que estudar compensa?
É   uma   pergunta   aparentemente fácil de responder mas pode nem sempre ser assim. É evidente que contrariamente ao que muitos afirmam, o conhecimento   ocupa   lugar (sempre o primeiro!). Na base pode   e   deve   estar   a   escola mas, muitas vezes, de forma pouco esclarecida ainda que bem intencionada já que tenta formar e educar em simultâneo, num misto de competências em que os resultados não têm sido os melhores…

Mas, tal como esta pergunta, outras podem colocar-se, ou seja "o que estudar?" e "como estudar?", respostas estas ainda mais difíceis, tantas são as abordagens que a Sociedade da   Informação   permite.   Em Portugal, por exemplo, o modelo educativo ainda está alicerçado em itinerários formativos de memorização e pouco flexivos. Mais do que conhecimentos, no mundo globalizado, requerem-se competências e essas advêm não do que se estuda, mas sim como se estuda, isto é, além da razão de ciência, tem de existir a razão da pedagogia.

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