Agredir um polícia é acto de cobardia

O fadista João Braga, que organiza o Festival de Fado, a decorrer de 17 a 20 de Maio, em Lisboa, falou ao 'CM' sobre Autarquias, Tabaco e Justiça.
05.05.07
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Agredir um polícia é acto de cobardia
1- AUTARQUIAS. Concorda com a realização de eleições intercalares para a Câmara de Lisboa?
- Com um bocadinho mais de perfeição chegaremos a um ponto em que teremos eleições de três em três meses, até as pessoas se cansarem de tanto votar para nada. Em eleições livres e democráticas, o professor Carmona Rodrigues ganhou. Mas, como é uma ‘ave rara’ neste regime, foi atacado por todos os partidos. Estou plenamente convencido de que se se candidatar como independente volta a ganhar.
2- TABACO. Fumadores devem ser mais penalizados do que consumidores de substâncias ilícitas?
- Os consumidores de droga nem são penalizados porque as receitas dos governos do Ocidente beneficiam do tráfico. Assim, com medidas destas, beneficiam as tabaqueiras e beneficiam-se a si próprios, pois é sabido que ‘o fruto proibido é o mais apetecido’. Deviam era preocupar-se, por exemplo, com o ar condicionado de alguns estabelecimentos, que mata mais e mais depressa.
3- JUSTIÇA. A quem agride agentes da autoridade deve ser aplicada uma pena mais pesada?
- Se os agentes da autoridade quando exorbitam nas suas funções são severamente punidos, quem os agride também deve sentir o rigor da lei. Até para equilibrar as coisas. Mas agredir um polícia é um acto de cobardia. Quem o faz sabe que ele está impedido de reagir ou... será punido.

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