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01:00 | 18/04
Justiça desmente Pinto Monteiro

Justiça desmente Pinto Monteiro

O procurador-geral da República foi ontem desmentido pelo Ministério da Justiça, pela PJ e pelo próprio Ministério Público, depois de ter dito que a investigação do caso dos submarinos está atrasada porque o Ministério da Justiça não paga as perícias necessárias.

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01:00 | 06/03
MP  não investiga vereador falido

MP não investiga vereador falido

O Ministério Público não está a investigar o caso do vereador Manuel Gonçalves, que foi suspenso da Câmara do Porto, uma vez que se encontra em situação de falência. No Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Porto não há qualquer queixa contra o autarca. O próprio Ministério Público, que também podia ter aberto a investigação, uma vez que teve conhecimento oficioso do caso e se trata de um crime público, nada fez.
01:00 | 06/03
MP  não investiga vereador falido

MP não investiga vereador falido

O Ministério Público não está a investigar o caso do vereador Manuel Gonçalves, que foi suspenso da Câmara do Porto, uma vez que se encontra em situação de falência. No Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Porto não há qualquer queixa contra o autarca. O próprio Ministério Público, que também podia ter aberto a investigação, uma vez que teve conhecimento oficioso do caso e se trata de um crime público, nada fez.<br/><br/>
01:00 | 08/01
Mãe de Renato Seabra sem dinheiro

Mãe de Renato Seabra sem dinheiro

Os atrasos no processo em que o manequim Renato Seabra responde pelo homicídio do cronista Carlos Castro estão a levar à ruína a mãe do jovem de Cantanhede, Odília Pereirinha. "Quanto mais se arrastar, pior é em termos financeiros", diz José Malta, cunhado de Renato e porta-voz da família, revelando surpresa por ser "o próprio Ministério Público a causar os atrasos". <br/><br/>
00:30 | 24/02
GNR apanha três anos por crime sexual

GNR apanha três anos por crime sexual

O Tribunal de Loulé condenou C. M., militar da GNR, a três anos de prisão com pena suspensa, por coacção sexual, abuso de poder e injúria agravada. O colectivo deu como provados os crimes, apesar de o próprio Ministério Público ter pedido a absolvição do guarda. O militar fica ainda obrigado a pagar três mil euros de indemnização a S. A., a queixosa.

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