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Estuários da Europa mais sensíveis à pressão humana carecem de proteção

O estudo debruça-se sobre as relações entre a vulnerabilidade dos estuários, o impacto da atividade humana a que estão sujeitos e as medidas de conservação existentes.
09.08.17
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Estuários da Europa mais sensíveis à pressão humana carecem de proteção
Uma equipa de investigadores portugueses concluiu que os estuários da Europa com mais espécies de peixes sensíveis aos impactos da atividade humana, como a pesca, carecem de medidas de conservação, como a inclusão em "áreas protegidas".

O trabalho, coordenado por Rita Vasconcelos, investigadora do MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, é publicado esta quarta-feira na revista científica Scientific Reports.

A equipa mapeou os estuários existentes no mundo, a intensidade do tráfego marítimo, a densidade da população humana nos diferentes continentes e as áreas naturais protegidas - terrestres, estuarinas e marinhas -, partindo de uma base de dados, que agrega cerca de 400 estuários com aproximadamente 2.500 espécies de peixes, e de informação de trabalhos anteriores.

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