Falta de água prejudicou combate às chamas no Museu Nacional no Rio de Janeiro

Bombeiros queixam-se que bocas de incêndio não tinham água suficiente para apagar fogo.
03.09.18
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O comandante-geral dos bombeiros do Rio de Janeiro admitiu que as duas bocas de incêndio junto ao Museu Nacional não tinham água suficiente, facto que prejudicou o combate às chamas que consumiram parte do valioso acervo que se encontrava naquele edifício. 

Os bombeiros tiveram mesmo de recorrer a camiões-cisterna e ao lago da Quinta da Boa Vista, onde se situa o museu, para poderem fazer face às suas necessidades hídricas. 

"Tivemos dificuldade com a água porque as bocas de incêndio estavam sem carga", confessou Roberto Robadey, citado pela Folha de São Paulo. 

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