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Irmão de canibal matou e bebeu sangue de menina de seis anos

Homem condenado confessa na prisão ter feito "dezenas de vítimas".
Por Pedro Zagacho Gonçalves|28.11.16

Foi um dos casos criminais mais chocantes de Bethesda, no estado de norte-americano de Maryland. Dois irmãos, Bradfield e Hadden Clark, estão presos há cerca de 30 anos por homicídios macabros que incluíam canibalismo. Um dos irmãos, Hadden, preso desde 1986 confessou agora na prisão que faz "dezenas de vítimas", apesar de ter sido condenado por apenas dois homicídios.

Bradfield Clark, de 66 anos, foi preso em 1985, após ter morto uma colega de trabalho, Trish Mak. O homem convidou-a para jantar e depois agrediu-a com um bloco de cimento, estrangulou-a e cortou depois o corpo. Cozinhou os seios de Trish no barbecue e consumiu-os em seguida. Tentou depois suicidar-se mas, no hospital, acabaria por confessar os crimes. Foi condenado a prisão perpétua.

No entretanto o irmão mais novo, Hadden Clark, já levantava suspeitas entre os colegas de trabalho. O norte-americano mostrava tendências canibais quanto trabalhava como cozinheiro. Amigos contam que Hadden consumia o sangue cru que extraía das peças de carne.

Os crimes de Hadden Clark, de 64 anos, começaram em 1986. Foi primeiro condenado por roubar malas de várias mulheres que pertenciam a um coro de uma igreja de Bethesda. Terá dito às autoridades que as malas lhe pertenciam porque dizia ser "uma mulher". Foi diagnosticado com esquizofrenia e deixou de ter trabalho regular, vivendo vários anos como sem-abrigo.

Em 1992, Laura Houghteling, de 23 anos desapareceu de sua casa, onde Hadden trabalhava. O homem acabou por confessar o homicídio e a ocultação do corpo, nos terrenos da casa. Depois, para surpresa das autoridades, confessou ter morto uma menina de seis anos.

Michelle Dorr, desapareceu de casa do pai, que era o principal suspeito. Hadden confessou ter raptado a criança, que matou para lhe beber o sangue. Pelos dois homicídios, recebeu uma pena de 30 anos de prisão por cada um deles.

Já este ano, Hadden, que continua a cumprir pena, terá confessado a um colega de cela que matou "várias dezenas de mulheres". Disse ter morto as vítimas para lhes beber o sangue e consumir partes dos corpos, afirmando que "queria ser como elas".

A polícia investiga os alegados novos crimes de Hadden em cinco estados norte-americanos mas, até ao momento, não encontrou provas de outros crimes. Foi encontrado, no entanto, um balde enterrado na propriedade da família Clark. Lá dentro estavam centenas de objetos de joalharia, alguns de Laura Houghteling, vítima de Hadden, pelo que as autoridades acreditam que as joias poderão pertencer a outras vítimas dos irmãos canibais.

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