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Lágrimas e alegria dividem cubanos

Em Havana, a bandeira está a meia haste e flores brancas e vermelhas enfeitam a Praça da Revolução.
Por Isabel Faria|27.11.16
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Os cubanos acordaram este sábado divididos. A morte de Fidel Castro motivou lágrimas sentidas, mas também muitos gritos de alegria e satisfação. O líder da Revolução Cubana morreu na noite de sexta-feira, aos 90 anos, e a notícia foi anunciada horas depois, através da televisão, pelo irmão, Raúl Castro.

Na capital Havana, a bandeira a meia haste e as flores na Praça da Revolução denunciavam o estado da nação. "Nós, cubanos, somos ‘fidelistas’, mesmo que não sejamos comunistas", disse Mariana Valdés, de 36 anos, recordando que cresceu a contestar o regime.

Mas, do outro lado do mar, em Miami (EUA), as ruas de Little Havana vibraram em festa. No bairro onde vivem milhares de exilados cubanos, que fugiram ao regime comunista, ouviram-se gritos de "Cuba livre", acompanhados de champanhe e charutos.

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