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Mata filha com crucifixo por acreditar que estava possuída

Mãe de 51 anos forçou mulher a engolir o objeto.
14.02.18

Juanita Gomes é acusada do homicídio da filha, Geneva Gomes, ao forçar a entrada de um crucifixo na sua garganta. A mulher acreditava que a mulher de 33 anos estava possuída. O crime ocorreu em Oklahoma, nos Estados Unidos, e foi denunciado pelo namorado da vítima.

Segundo a acusação, o corpo de Geneva foi encontrado no chão da cozinha da casa da mãe, coberto de sangue, com vários ferimentos na face e com os braços afastados do corpo como se estivesse crucificada.

Juanita admitiu em tribunal ter agredido várias vezes a filha na cara e tê-la obrigado a engolir um "largo crucifixo de madeira" assim como outros objetos religiosos.

Quando questionada sobre razão do crime, a homicida afirmou que Geneva apresentava comportamentos semelhantes a alguém possuído e que apenas queria salvar a filha das forças do Diabo.

A mulher, de 51 anos, tentou limpar o local do crime antes da chegada das autoridades.

Juanita foi condenada a prisão perpétua sem hipótese de liberdade condicional. A defesa irá recorrer da decisão alegando incapacidade, embora testes psicológicos já tenham provado que a assassina estará a fingir insanidade.

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