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Pai esfaqueia filho recém-nascido até à morte

O bebé foi atacado no pescoço e no peito. A mãe também foi agredida.

O homem, brasileiro, de 24 anos, suspeito de matar o próprio filho, ficou em prisão preventiva, de acordo com a decisão da juíza. O homem desferiu também alguns golpes de faca nas costas da mulher.

Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu no seguimento de uma discussão com a ex-mulher. O bebé de um mês foi esfaqueado no pescoço e no peito, tal como a mulher. Acabou por ser preso, depois de ser violentamente espancado por vizinhos.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Amazonas, a Justiça entendeu que existem elementos que justificam a manutenção da prisão do suspeito. O homem vai responder criminalmente por homicídio e tentativa de homicídio.  

O caso ocorreu na noite da passada sexta-feira, na casa da família, na Travessa Miracema, no bairro São José, Brasil. À polícia, a família informou que o homem estava sob efeito de bebidas alcoólicas, que havia consumido ao longo de todo o dia. Os vizinhos disseram que mais cedo, no mesmo dia, a polícia já tinha sido informada de graves discussões entre o casal.

"Ela estava com o bebé ao colo. Ele saiu de casa agarrado ao cabelo da minha filha. Como tinha sido operada, estava sem força", começa por contar a avó materna do bebé, que não quis ser identificada.

"Ele agarrou na faca e espetou no peito e no pescoço do bebé (…) a ela, acertou no ombro e nas costas", confirma, em declarações ao jornal G1.

Depois de ser preso, o homem foi levado para a Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca). Segundo a advogada Juliana Tuma, o homem confessou o crime em depoimento à polícia. "Ele admitiu que queria matá-la porque ela era muito nova e passava a vida a expulsá-lo de casa", conta. "A frieza dele é impressionante", revela.

Fim da relação

Segundo a família, antes de cometer o crime, o pai teria confessado a alguns vizinhos a intenção de matar a ex-mulher.

"Ele é um monstro, que matou uma criança inocente ", lamenta a avó.

Abalada, a avó materna contou que o casal já namorava há quase 3 anos, até a filha decidir terminar a relação, por não aguentar mais as ameaças do companheiro.

Desta forma, a avó da criança afirma que assistiu várias vezes a comportamentos agressivos do ex-genro. 

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