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Pai luta para ficar com o corpo da filha morta pela mãe

Batalha judicial arrastou-se durante mais de dois meses.
11.02.18

Michael Krouser disputou, durante dois meses, o corpo da filha que morreu após agressões da progenitora, Azlyza Ababneh. A mãe da adolescente, não foi acusada do homicídio e, por isso, tem o direito de interpor o desejo do pai em cremar o corpo. A justiça do Texas decidiu a favor de Michael.

Amina Krouser de 14 anos morreu em dezembro após entrada no hospital local. Segundo a acusação, a menina apresentava sintomas de uma constipação, mas a mãe pensou que estava a tentar escapar das tarefas domésticas e bateu na jovem com um cinto e um tubo de plástico. A menina ficou ligada às máquinas durante duas semanas e morreu no dia 10 de dezembro.

A mãe é acusada de ‘abuso e negligência de menor’, mas não foi possível relacionar o abuso físico com a morte de Amina, razão pela qual Azlyza não é acusada do homicídio e tem o direito de negar o desejo do pai em cremar o corpo. A progenitora firma que a cremação vai contra os valores do judaísmo, religião que segue.

Michael admitiu em tribunal não ter relação com a jovem desde que se divorciou de Azlyza, mas querer dar à filha o "funeral decente e respeitável" que merece.

O juiz apelidou o comportamento parental de Michael de "atroz" e "desprezível", mas concluiu que o corpo de Amina não podia ficar na morgue judicial mais tempo e seria melhor entregá-lo ao pai ‘ausente’ do que a uma mãe ‘agressora’.

 

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