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Piloto decidiu fazer voo direto e não parar para reabastecer

Responsável da LaMia diz que plano de voo previa paragem para reabastecer, mas piloto optou por não fazer qualquer escala.
Por Ricardo Ramos|01.12.16
O plano de voo do avião que transportava o Chapecoense previa a possibilidade de uma paragem para reabastecimento, mas o piloto terá decido fazer um voo direto entre Santa Cruz de La Sierra e Medellín, numa distância de quase 3 mil quilómetros, o limite da autonomia da aeronave. Dados preocupantes, que reforçam a tese de que o avião se despenhou por falta de combustível.

A revelação de que o plano de voo previa a hipótese de uma escala para reabastecimento foi avançada pelo general boliviano Gustavo Vargas, diretor da LaMia e sócio de Miguel Quiroga, o piloto do avião acidentado.

De acordo com Vargas, o plano de voo indicava as cidades de Cobija, na Bolívia, e Bogotá, na Colômbia, como possíveis escalas para reabastecimento. A decisão cabia ao piloto, que aparentemente optou por não seguir a recomendação e fazer um voo direto entre Santa Cruz de La Sierra e Medellín.

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