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Polícia pagava 55 cêntimos para violar menina

Criança sujeitava-se aos abusos para poder levar comida para casa.

Uma menina de uma comunidade pobre de uma cidade no interior do estado brasileiro do Piauí, no nordeste do país, foi violada durante os últimos dois anos por um agente da Polícia Militar, hoje reformado, que lhe pagava 55 cêntimos por cada violação sexual.

Hoje com 13 anos, e ameaçada de morte por tentar acabar com os abusos, a menina procurou a polícia de uma cidade vizinha, Água Branca, e o polícia, a mulher dele e outros dois homens foram presos.

Segundo o inspetor Ricardo Moura, de Água Branca, a menina é de origem muito humilde e sujeitava-se às sevícias para poder levar alguma comida para casa. Por pouco que conseguisse comprar com os 55 cêntimos, já ajudava a família, muito pobre, que vive em Lagoínha do Piauí, onde vivem também os acusados e onde os crimes ocorreram.

De acordo com a polícia, foi a própria mulher do agente que aliciou a menina, quando esta tinha apenas 11 anos, para manter relações sexuais com o marido dela. Depois, a mulher do polícia ofereceu a menina também para outros três homens conhecidos do casal, que pagavam o mesmo por cada abuso, convencendo a criança de que quantas mais violações permitisse mais poderia ajudar a família.

Agora, com 13 anos, e cansada de tantos abusos, a menina decidiu interromper esses encontros mas, sempre de acordo com as investigações, teve de continuar por mais algum tempo sob ameaça de, não cedendo, ser executada. Ganhando coragem para denunciar o calvário que enfrentava, a menina procurou ajuda da polícia em outra cidade, e após investigação a justiça decretou a prisão do agente, da mulher deste e de três outros homens, um dos quais conseguiu escapar e está a ser procurado.

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