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Professor suspenso por chamar "menina" a rapaz trangénero

Jovem docente em risco de perder o emprego depois de queixa da mãe do aluno.
13.11.17

Joshua Sutcliffe, um professor de matemática inglês, de 27 anos, foi suspenso e está em risco de perder o emprego depois de ter chamado "menina" a um rapaz transgénero na sala de aula. Tudo aconteceu numa escola secundária em Oxfordshire, no Reino Unido.

Segundo o docente, ao ver que um grupo de alunas tinha concluído o trabalho que havia sido pedido, Joshua disse "Muito bem, meninas", esquecendo-se "por lapso" que uma das alunas se identifica com o género masculino.

O aluno transgénero corrigiu o professor, que imediatamente pediu desculpa. No entanto, seis semanas depois do incidente, foi suspenso pela direção da escola depois da mãe do aluno ter feito queixa.

Foi depois convocado para uma audiência disciplinar, que irá decidir se o docente pode ou não continuar a dar aulas. Está acusado de má conduta e de promover a desigualdade devido ao que aconteceu e por se referir ao aluno em questão pelo nome próprio, "evitando pronomes masculinos", lê-se nos documentos oficiais.

"Fiquei em choque ao saber que ia mesmo ser aberta uma investigação ao caso. É surreal. Aconteceu uma vez e pedi desculpa. Nunca me deram indicações específicas sobre como me dirigir ao aluno em questão e sempre agi da maneira que considerava mais correta. Respeito todos os meus alunos e defendo a minha integridade profissional, lamento é que a escola me esteja a forçar a aderir à agenda liberal que quer parecer defender", considera o professor.

Joshua Sutcliffe, que é também pastor numa igreja evangélica, justifica evitar referir-se aos alunos por pronomes masculinos por "poderem também referir-se a Deus" e garante que está a ser alvo de um ataque depois de ter defendido, durante um debate com alunos, que a Bíblia descrevia o casamento como sendo apenas válido quando celebrado entre um homem e uma mulher.

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