Pussy Riot libertadas

Maria Alyokhina e Nadezhda Tolokonnikova prometem continuar a contestação a Putin. 
24.12.13
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Pussy Riot libertadas
Tolokonnikova (cima) e Alyokhina passaram quase dois anos presas Foto Reuters

Maria Alyokhina e Nadezhda Tolokonnikova, da banda punk russa Pussy Riot, foram libertadas graças a uma amnistia.

À saída da cadeia, prometeram continuar a lutar contra o presidente Vladimir Putin. As Pussy Riot tinham sido condenadas a dois anos de cadeia na sequência de um protesto numa catedral de Moscovo e foram ambas abrangidas por uma onda de amnistias presidenciais.

Alyokhina afirmou que a sua libertação foi "uma ação de propaganda" e garantiu que, se pudesse, teria recusado a amnistia. Ao ‘The Guardian', referiu ter sofrido "humilhações sem fim", incluindo exames ginecológicos forçados. Horas depois, foi libertada, na Sibéria, Tolokonnikova, que exigiu uma "Rússia sem Putin" e afirmou que o país "é como uma prisão".

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6 Comentários
  • De Danny27.12.13
    A Rússia é uma Democracia c/ autoridade,bem diferente da treta da nossa Democracia que transformada numa Libertinagem permite todo o tipo de desmandos.A continuar assim,qualquer dia temos 1 Ditadura tipo Lenine/Estaline.
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  • De Tone25.12.13
    Não misturem política com religião. Elas tiveram uma atitude errada. Gostaria de saber a opinião de quem as defende se alguém para protestar contra o Passos Coelho, fizesse um concerto punk no Santuário de Fatima...
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  • De português anti-ditadura25.12.13
    Tenham mas é cuidado, porque desse Putin já espero tudo. No vosso lugar pedia asilo na Alemanha ou noutro país. Quem vos avisa...
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  • De Silva25.12.13
    E já agora a uma sinagoga também.
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  • De Mário Silva24.12.13
    Por uma questão de coerência as ditas cantoras deveriam, agora, ir repetir o espectáculo a uma mesquita. Incentivo-as a fazerem-no...
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