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Soldado jordano acusado de matar militares dos EUA condenado a prisão perpétua

Crime ocorreu em novembro do ano passado, durante um tiroteio à entrada de um centro de treino na base aérea de Al-Jafr.
17.07.17
Um soldado jordano acusado de matar três militares norte-americanos à entrada de uma base aérea, no sul da Jordânia, em novembro de 2016, foi esta segunda-feira condenado a prisão perpétua e trabalhos forçados, por um tribunal militar em Amã.

O tribunal condenou o soldado Maarik Al Tawaiha "a trabalhos forçados por toda a vida", de acordo com um jornalista da agência noticiosa France-Presse, presente na leitura da sentença.

Em junho deste ano, o réu, de 39 anos, que sempre se declarou inocente dos crimes cometidos, foi acusado de "homicídio doloso", "insultar a dignidade e reputação das forças armadas" e "violação de ordens militares".

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