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Traficantes atacam posto e matam polícia no Rio de Janeiro

Ataque ocorreu quando a segurança no posto estava menos rigorosa.

Um ataque de traficantes de droga a um posto avançado da Polícia Militar na favela da Mangueira, zona norte da cidade brasileira do Rio de Janeiro, deixou esta segunda-feira um agente morto e outro ferido. Com esta morte, chegam a 88 os agentes da Polícia Militar do Rio mortos em combate ou de folga desde o início do ano.

O ataque dos traficantes ocorreu quando a segurança no posto estava menos rigorosa, quando os polícias do turno da noite passavam o serviço aos do turno da manhã. Homens armados com fuzis de guerra chegaram de repente ao posto avançado do Telégrafo, no interior da favela, e começaram a disparar contra a guarnição.

Houve resposta dos agentes e intenso tiroteio e pelo menos dois polícias foram atingidos. Um deles foi ferido numa perna e está livre de perigo, mas o cabo Bruno Santos de Azevedo, de 29 anos, atingido na cabeça, mesmo sendo socorrido a um hospital da região não sobreviveu aos ferimentos.

Após o ataque, forças especiais da polícia, reforçadas com carros blindados, invadiram a favela mas não conseguiram identificar e prender os assassinos. Ao longo de toda a manhã, moradores relataram tiroteios em vários pontos da favela da Mangueira, supostamente entre a polícia e traficantes que controlam a região.

Sexta-feira à noite, outro polícia tinha sido assassinado, dessa feita Cléber de Castro Xavier Júnior. Ele estava de folga e, ao ser reconhecido como polícia pelos assaltantes, foi executado à queima-roupa.

O número de polícias mortos desde o início do ano no Rio de Janeiro já supera em 10 o registado no mesmo periodo de 2016. Na maior parte dos casos, os polícias são executados ao serem reconhecidos ou durante confrontos desiguais, pois o armamento da polícia no Rio de Janeiro é muito inferior ao usado pelos criminosos, principalmente traficantes

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